Marcos entrou apressado no elevador. "Atrasado de novo!", pensou. Olhou desesperançoso para o relógio, que já marcava 8:15 da manhã. Deveria estar no trabalho às 8; ainda teria, na perspectiva mais otimista, meia hora de trânsito até seu destino. Roupa em desalinho, tentava melhorar sua aparência ajustando a camisa e a calça em frente ao espelho postado na parede do fundo.
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