Quando começou a missa ela já estava lá. Na primeira fila. Havia se tornado rotina nas suas últimas 12 manhãs de domingo: seduzir o padre. Ou melhor, desorientar o honrado vigário, um cinqüentão com 15 anos de paróquia.
Ela entrava e saía da igreja sem falar com ninguém, nem com o padre. Não se confessava, não sorria, não saudava, nem se despedia, apenas provocava.
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