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Quase nada pode ser tão assim - pdf
 
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Alexandre Eduardo Weiss, Rio de Janeiro (RJ) · 21/7/2009 · 100 votos · 12
Alexandre Eduardo Weiss
Tunel Rebouças - pista molhada. óleo sobre tela 1990 - do autor
Era cedo, mas Ricardo já estava de volta. Simone não esperava por isso e assim, resolveram sair pra jantar fora. Desceram pela Ataulfo de Paiva e entraram num restaurante novo, cozinha italiana...

continua no arquivo abaixo.

tags: Rio de Janeiro RJ literatura policial terror conto contos alexandre-eduardo-weiss violencia ficcao


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Autoria:
Alexandre Eduardo Weiss

 
Caramba amigo, ainda estou com o palpitante em confusão, que esteja em Paris, Rio ou Lisboa, parce que vejo as balas silvarem. Um texto fabuloso pois, ele parece querer ser uma antologia da violência urbana que não só atinge o Rio de Janeiro, mas as cidades atrás indicadas, nesta época moderna. Alerta para os estetas sociais; os arquitectos políticos e os engenheiros morais.

Voltarei para reler e votar.

abraços

Fernando

Fernando Oliveira · França · 19/7/2009 23:27
Um texto marcante. Excelente. Fabuloso com diz o Fernando, nos dois sentidos: uma fábula muito próxima de uma possibilidade real, uma narrativa muito bem construída, fabulosa. Cenas que me levaram para o palco, impactada com os sorrisos das personagens. À mercê dos acontecimentos. Como muita gente fica, na vida real. O final alivia, mas na vida real ele não acontece. Há que atentar. Um conto desses é um alerta poderoso: parabéns, Alexandre!
Volto pra votar.

sr · Rio de Janeiro (RJ) · 20/7/2009 18:56
Eduardo,
Texto surpreendente.
Traz quase uma realidade. Senti-me como dentro da história ao colocá-la em paralelo com a vida real.
Valeu garoto. Você é diferente.
Um abraço.
Arimatéia - www.arimateia.com

Arimatéia Macêdo · Gurupi (TO) · 20/7/2009 21:01
Caro Eduardo, só posso lhe dizer que quem estava na boleia do caminhão prateado, dirigindo a máquina mortífera era eu... Se for para escolher um lugar para entrar na história, já foi.
Seu texto me deixou sem fôlego.
Três vezes parabéns!

Betusko · São Paulo (SP) · 21/7/2009 21:29


HARE BABA !


lucia · Sapucaia (RJ) · 22/7/2009 00:18
vo(l)tando...

sr · Rio de Janeiro (RJ) · 22/7/2009 00:20
Alexandre como prometido, voltei para reler e votar.

abraços

Fernando

Fernando Oliveira · França · 22/7/2009 01:28
Bom dia, Alexandre! Você sempre nos impressionando com seus contos impressionates. Votadíssimo.

TõeRoberto · João Pessoa (PB) · 22/7/2009 06:46
Maravilhoso!!!!!!!
Acho que tudo já foi dito
Beijos e meus votos


JuliaBrito · Niterói (RJ) · 22/7/2009 10:17
Alexandre
Conto fascinante. Beira as margens de eterna perfeição. Um tratado sobre a violência que deveria ser estudado nos bancos das escolas.
Excelente, parceiro


Noélio A. de Mello · Belém (PA) · 22/7/2009 13:39
Obrigado companheiros, pelos elogios e doses de carinho,

Sinceramente, espero ser merecedor destas palavras.

Abraços

Alexandre Eduardo Weiss · Rio de Janeiro (RJ) · 22/7/2009 14:05
Alexandre, não sei se porque pinto (acrílico e óleo), mas fiquei tonto com sua pintura; belíssima e soturna e forte e delicada, chapante como o seu conto. Aliás pensei que estava assistindo "matrix". Uma loucura!
Muita luz, mas muita luz mesmo! Precisamos!
Abraços, MF.

Milton Filho · Ribeirópolis (SE) · 22/7/2009 15:32
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