Com um texto atraente e incômodo,
Rodrigo de Souza Leão afirma sua condição: poeta. Sua prosa está contaminada de poesia.
No livro
Todos os cachorros são azuis, o autor narra, através de uma experiência autobiográfica, a trajetória de um homem internado no hospício. E destaca três momentos da vida do personagem – infância, adolescência e fase adulta – para costurar uma narrativa marcada pela fragmentação do ser humano, característica que dialoga com a produção de alguns autores contemporâneos.
Poeta, jornalista e músico,
Rodrigo de Souza Leão nasceu no Rio de Janeiro
(RJ), em 1965. Publicou dez e-books de poesia, entre eles
Impressões Sob Pressão Alta,
25 Tábuas,
No Litoral do Tempo e
Síndrome, todos pela Virtual Books (
http://virtualbooks.terra.com.br). Tem poemas publicados nas revistas Coyote, Et Cetera, Poesia Sempre, El Piez Naufrago (México), Oroboro. Foi premiado com o quarto lugar no Concurso de Contos José Cândido de Carvalho 2002. Participou, como músico, do CD
Melopéia, de Glauco Mattoso. Publicou
Há Flores na Pele (João Pessoa-PB, Editora Trema, 2001. ISBN 85-87939-12-2, 80 páginas, poesia). Consta da antologia
Na Virada do Século — Poesia de Invenção no Brasil, organizada por Claudio Daniel e Frederico Barbosa (São Paulo: Editora Landy, 2002). Criou o site Caox (
http://www.geocities.com/seumario) e veicula na Web o e-zine Balacobaco, com entrevistas com mais de 150 poetas e escritores. Suas entrevistas também são divulgadas na Germina — Revista de Literatura e Arte (
www.germinaliteratura.com.br).
tags: Rio de Janeiro RJ literatura rodrigo-souza-leao