Alexandre Eduardo Weiss- colaborações comentadas
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Banco - Até
de Claudio Parreira · 8/2/2010 17:04 · 181 votos · 47 comentários
Queridos,
parece que aqui virou terra de ninguém. aonde está a direção do barco? um espaço antes tão seletivo, agora abriga ENTREVISTA COM A CELEBRIDADE DA REDE: DHIOGO CAETANO O MUSO DO BRASIL? Ou ainda se faz de cego e surdo à lavagem de roupa suja de dois pretensos escritores que cultivam apenas o ego e não a literatura?
eu passo, com muito pesar. gostava daqui. mais:...
O conto “Separação”, de Carlos Alberto, recebeu menção honrosa no Concurso da Ofício Editorial.
Fizemos uma breve entrevista com ele e foi-nos autorizado transcrever o conto na íntegra. Deixaremos aqui os dados de Carlos Alberto para que vocês possam entrar em contato com ele e pedimos a gentileza de, se desejarem reproduzir algum trecho do texto, peçam a autorização para o escritor.
Ela lutava para abrir os olhos enquanto ouvia o som indesejável do pequeno despertador digital. Eram 6:30 de uma manhã de terça e precisava chegar ao trabalho antes das 8 para ultimar os preparativos de uma daquelas "importantíssimas reuniões com o pessoal da matriz".
o sal
das minhas palavras
os tempos
dos quais já me esqueci
a fúria da carícia
inexistente
tudo isso aponta
para o efêmero
mar do desejo
no qual
náufrago contumaz
me perco como aquele
que veio para ser
e nunca foi.
“ Acordo, reflito, existo, reflito, busco, emitido e logo paro.
Onde estará eu.
Nas minhas conquistas?
Nos meus ideais?
Nas minhas frustrações?
Nas minhas divagações?
Onde estará eu?
Me encontrarei nos meus sonhos?
Ou talvez no meu simples gesto que desconheço?” Gustavo Estanislau
“ Acreditar que existem saída algum dia, me fez encarar e enxergar além da cortina de neblina que me assombrava, muitas vezes não conseguido ver o que tinha depois. Mas quando o sol chegar, me faz fortalecer e ter força para reconquistar meus desejos, eu sem você, custo a tentar em disfarçar, faço conta de não estar querendo, mas admiro minha força”. Gustavo Estanislau
Rosa das tres graças
disse-me um dia
que sete vezes
eu morreria!
Já morri quatro,
de fantasia...
Resta apenas saber
quais serão as tres graças,
quais serão as tres mortes
que eu irei viver...
Rosa,suas graças
são tres mortes minhas:
uma,pelas praças,
outra,nas estrelas
e,a terceira delas
eu não sei dizer...
Marcos entrou apressado no elevador. "Atrasado de novo!", pensou. Olhou desesperançoso para o relógio, que já marcava 8:15 da manhã. Deveria estar no trabalho às 8; ainda teria, na perspectiva mais otimista, meia hora de trânsito até seu destino. Roupa em desalinho, tentava melhorar sua aparência ajustando a camisa e a calça em frente ao espelho postado na parede do fundo.
Banco - HAICAI DA TERRA
de CCF · 26/12/2009 19:57 · 38 votos · 4 comentários
Haicai inspirado nas ultimas chuvas ocorridas em São Paulo.
POESIA EM VERSOS LIVRES
Brindemos com um vinho doce
de finíssimo buquê e de safra consagrada.
Brindemos a liberdade vitoriosa.
Brindemos como almas reencarnadas
em diamantes lapidados de brilho intenso...
P ara curtir um bom papo
À s vezes um livro ou poema,
L avar a alma na prosa, com
A lgum conto, ou bom trato,
V em na forma de dizer, a
R azão porque se escreve,
A ssim, também se deve, com elas
S aber fazer-se entender.
"não foi a morte que a cabou contigo: foi a vida"
(Mário Quintana)
Querido Paulo,
Saíamos pouco juntos,
Mas... se a gente saía de fato juntos
A gente costumava chegar bêbados
De nossa companhia
E ler poemas
E cantarolar
E dedilhar no piano
Velhas canções
Variantes
De falares
E sorrisos
Sem falar
Do riso
Falado
E da fala
Gargalhada
Como dançar
Em ritmo frenético
Uma...