Julio divertia-se, distraído, com a caneta entre os dedos. Aquela aula de física, decididamente, não estava entre os cem melhores programas para o rapaz; a cabeça de adolescente vagava calmamente pelos contornos do rosto e do corpo da namorada. Aos 17 anos, começava a despertar para as preocupações da vida adulta, mas teimava em refugiar-se na infância sempre que se sentia...
