"Eu naveguei demais para chegar ao teu útero – porto dos devaneios. Quando entrei no mar da vida, ainda afogando-me as guelras feridas, não trouxe passaporte e nem sabia onde poderia chegar. Estudei as moléculas, as estrelas, as Leis de Newton! Nunca, jamais, vou perdoar a ausência da palavra que precisei. No entanto mãe, ela eu falei e, mesmo assim, também falhei..."
