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Sua busca por loucura retornou 13 colaborações
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Banco - A Minha Sogra Tá Ficando Louca - doc
José Carlos, importante empresário, uma vez por semana saia mais cedo do trabalho usando a velha desculpa esfarrapada que todo conquistador usa e acha que todo mundo acredita – disse para a secretária:
Obs.* Para ler o texto completo favor baixar o arquivo.
Artigos - DO PATROCINIO: Na cela com STELA,
CLARA ASTORE, São Paulo (SP) · 21/3/2010 21:23 · 84 votos · 21 |
Para Viviane Mosé
Continuo a saga do impossível, viver no mundo das impossibilidades, do descuido e das distâncias é quase uma condenação divina, se assim, acreditasse na manipulação dos deuses sobre as nossas vidas.
As prisões realmente estão por todos os lados, de fato não mais precisam da materialidade...
Banco - A chave da festa - doc
Ela me levou para o quarto ao lado de outro, onde dormia o marido. Em plena festa, com os amigos na sala...
Banco - Lua do mundo - doc
Poema presente no livro "Arabescos"
Blogs - A questão das internações psiquiátricas | Resmungos | Ferreira Gullar
O poeta Ferreira Gullar retoma os seus Resmungos aqui no Portal Literal
Volto a resmungar
Por Ferreira Gullar
Queridos amigos, depois de algum tempo calado, volto a resmungar. Este primeiro resmungo vem a propósito de um problema muito grave que denunciei em minha coluna da Folha de São Paulo (Leia as duas colunas de Gullar sobre o assunto: "Uma lei errada" e "A sociedade...
Banco - Alma - doc
TõeRoberto, João Pessoa (PB) · 31/5/2009 12:29 · 91 votos · 13 |
Esconde-se a alma
nos olhos.
Vez em quando se manifesta
em brilhos.
Vez em quando enlouquece
e desnuda-se, toda, em rios.
TõeRoberto
Banco - FOGO - doc
Stéfano Fraga, Rio de Janeiro (RJ) · 12/5/2009 22:20 · 118 votos · 13 |
Donde os Anjos dormem
Se Oculta o meu desejo
Escuro e Farto
Molhado e mórbido
Donde vivem os loucos
Se oculta minha magia
Forte e imoral
Imortal
Donde vivo
Incendeio e reproduzo o obscuro
Donde mora o medo
Mora meu amigo
Conselheiro e astuto
Divino
Que durmam os anjos
Acordem os insanos
Pois só assim inflamo
.
.
Banco - A ASSASSINADA ALAMEDA DA PAZ - doc
Uma estreita faixa de terra
É a senha para uma insana
E sangrenta guerra.
Uma estreita faixa de terra
Apreende, fustiga, coagula
Dois infinitos Rios opulentos de cultura
Que o ódio segrega, fere, lancina, macula!
Uma estreita faixa de terra
Transmuda antigas presas
De dantescas, hediondas
E gasosas sepulturas
Em magos da fotossíntese da era medúsica.
Uma...
Artigos - Artistas, ainda que loucos
O Museu de Imagens do Inconsciente (MII) originou-se a partir dos ateliês de pintura e de modelagem da Seção de Terapêutica Ocupacional, no Centro Psiquiátrico Pedro II, organizada por Nise da Silveira. O ano era 1946 e como a produção dos ateliês crescia vertiginosamente, surgiu a idéia de organizar um museu que pudesse reunir o trabalho dos internos. Em 20 de maio de 1952 o MII...
Artigos - Em 2009, difusão de vida e obra de Nise da Silveira, por Bernardo Carneiro Horta
Ramon Mello, Araruama (RJ) · 17/11/2008 14:59 · 94 votos · nenhum |
Em 2009, difusão de vida e obra de Nise da Silveira remete à senha para a construção da identidade brasileira: memória...
Bernardo Carneiro Horta
O lançamento do livro Nise – Arqueóloga dos Mares, ocorrido recentemente no Rio de Janeiro, não representa somente a realização de uma idéia valiosa: difundir a obra e revelar aspectos da vida da brasileira Nise da Silveira. Na...
Artigos - Nise da Silveira, gênio do cotidiano - por Bernardo Carneiro Horta
Ramon Mello, Araruama (RJ) · 17/11/2008 14:59 · 105 votos · 1 |
Bernardo Carneiro Horta
"Nise, você não é psiquiatra, você é maluca!" (Graciliano Ramos)
No fim dos anos 1980, um grupo de colegas que se formaram juntos em comunicação, do qual eu fazia parte, decidiu realizar um trabalho audiovisual que priorizasse a imagem. Havia algum tempo, acontecera uma exposição com obras de internos do Hospital Psiquiátrico Pedro II, confeccionadas...
Artigos - Bernardo Carneiro Horta | O Arqueólogo de Nise
Ramon Mello, Araruama (RJ) · 14/11/2008 19:23 · 90 votos · 1 |
Por Ramon Mello
“Pára de escrever, rapaz. Você é jornalista, oportunista, burro e ignorante. Sou contra o culto à personalidade! Biografia minha, não! Sai fora que você não tem chance, não vou admitir”. Foram frases desse tipo que Bernardo Carneiro Horta ouviu de Dra. Nise da Silveira enquanto tentava registrar a história de “uma das mulheres mais extraordinárias não só na cultura...
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